A capsaicina é uma substância encontrada na pimenta e que da o ardor característico no seu paladar, ela possui inúmeros benefícios, mas têm atraído grande atenção devido às suas extensas propriedades farmacológicas, como principalmente no emagrecimento
Estudos demonstram que a capsaicina aumenta o gasto energético induzindo a termogênese e a redução o depósito de gordura corporal.
Também acredita-se que a capsaicina atue no sistema nervoso simpático aumentando a liberação de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina), as quais atuam diminuindo o apetite e, consequentemente, a ingestão de carboidratos, lipidios e proteínas na refeição seguinte.
A pimenta especificadamente a vermelha, auxilia no emagrecimento por conta de seu efeito termogênico (aumentando o metabolismo) citado anteriormente e também por estimular a liberação de endorfina, a qual confere ao individuo uma sensação de bem-estar e diminui a vontade de comer.
A dose diária de uso depende do objetivo e indicação, uma vez que a capsaicina também pode ser utilizada para calvície, no tratamento da hipertensão, emagrecimento ou até mesmo na dor crônica, porém independente da indicação, o mesmo só pode ser usado sob orientação médica ok?
Pacientes fechados, com iluminação artificial, ficam longe da principal fonte de vitamina D, o sol. Em um estudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) com 603 de seus funcionários, com idades que variavam de 18 a 90 anos, verificou-se que 77% dos participantes tinham algum grau de hipovitaminose D, ou seja, baixos níveis da vitamina.
Esses baixos níveis são associados a doenças como a osteoporose, o raquitismo, a esclerose múltipla e, também, a doenças cardiovasculares. O grau de Unidades Internacionais (UIs) recomendadas para se absorver por dia divide opiniões médicas. O Institute of Medicine, que emite as recomendações seguidas nos EUA e no Canadá, sugere o consumo de 600 UIs de vitamina D por dia. Já um estudo publicado no periódico “Nutrients” recomenda 7.000 UIs. No conceituado Hospital Sírio-Libanês, o ginecologista Alexandre Pupo sugere às suas pacientes entre 800 e 1.000 UIs.
O meio mais eficaz para a absorção da vitamina continua sendo o sol: de 5 a 10 minutos de exposição dos braços e das pernas, sem protetor, garantem cerca de 3.000 UIs. Para o neurologista e professor da Unifesp, Cícero Coimbra, “a palavra-chave é tempo. É só não se expor demais. Uma solução é não sair de casa de protetor, passar uns minutos depois”.
O bom senso é o melhor a se praticar em determinados casos. Sabe-se que o excesso de exposição ao sol por pessoas já predispostas, além de causar fotoenvelhecimento, pode levar ao câncer. Da mesma maneira, a deficiência de vitamina D pode predispor os indivíduos a inúmeras doenças, inclusive o câncer. Essa vitamina é tão importante para o organismo do ser humano que seu uso em doses elevadas tem propiciado sucesso no tratamento de doenças autoimunes.
Eu, que fico de 10 a 12 horas dentro do consultório, faço a reposição da vitamina D em gotas, o que mantém os meus níveis dentro da normalidade. Converse com seu médico e encontre a melhor maneira de deixar não apenas a vitamina D, mas todas as vitaminas e os minerais do corpo em um nível normal.
Fonte: “Folha de S. Paulo”
Obter um diagnóstico precoce de câncer é algo essencial para se iniciar um acompanhamento rápido e eficaz da doença, aumentando-se, assim, as chances de sucesso do tratamento e da recuperação. A realização de exames NÃO é capaz de prevenir o aparecimento de um câncer, mas pode identificar um tumor numa fase tão inicial que deve ser encarada como uma medida preventiva, uma vez que reduz as chances de complicações e de morte pela doença.
A melhor maneira de prevenir o câncer é manter hábitos de vida saudáveis, cuidando-se, principalmente, da alimentação e do peso, e evitando-se o tabagismo, seja ele passivo, seja ativo. Esses três itens podem aumentar a probabilidade do surgimento do câncer em até 65%, segundo levantamento feito pela Harvard Reports on Cancer Prevention.
Para descobrir a doença na fase inicial e, com isso, garantir uma maior chance de sobrevida, é necessário investir em exames conhecidos como preventivos ou de rastreamento. A seguir, menciono alguns dos considerados fundamentais na detecção do câncer:
– Raio X de tórax (fácil acesso, indicado para fumantes ou para quem possui histórico familiar de câncer de pulmão);
– Dermatoscopia digital (para prevenção e diagnóstico de câncer de pele);
– Ultrassonografia trans/endovaginal + Papanicolau (para prevenção e diagnóstico de cânceres de útero, ovário e endométrio);
– Toque retal, colonoscopia, sangue oculto nas fezes e callprotectina (para câncer do trato digestivo baixo);
– Endoscopia digestiva alta com biópsia (para câncer do trato digestivo alto);
– Mamografia e ultrassonografia da mama;
– Ultrassonografia de abdome total (avaliação de importantes órgãos, como fígado, baço, rim e bexiga);
– Ultrassonografia da tireoide (indicado para indivíduos que têm tireoide ou que possuem histórico familiar de câncer);
– Opcionais: dosagem de interleucinas (IL1, IL6, IL10) e fator de necrose tumoral, NFK Beta, 3 Alfa aldiol, capacidade antioxidante total e superoxidodismutase.
Verdades sobre a reposição hormonal masculina
Reposição hormonal masculina é um tema considerado repleto de tabus e dúvidas por muitos homens. Abaixo, você pode conferir algumas dicas sobre este assunto complexo para o sexo masculino.
Durante o envelhecimento, ocorre uma diminuição lenta e gradual dos níveis de testosterona. Com isso podem surgir sintomas que podem indicar a necessidade de reposição hormonal em uma parcela dos homens.
Os principais sintomas que podem sugerir a reposição hormonal são: declínio do interesse sexual; dificuldade de ereção; falta de concentração e capacidade intelectual; perda de pelos; ganho de peso à custa de gordura; diminuição de massa e força muscular; irritabilidade e insônia; entre outros. Os sintomas não são específicos e podem ocorrer em outras condições, que não a deficiência de testosterona.
A diminuição de produção hormonal masculina, diferentemente da Menopausa, não determina o fim da fertilidade para o homem, apenas uma diminuição dela.
A Terapia de Reposição Hormonal Masculina deve ser indicada para todos os homens que apresentam os sintomas de queda hormonal e que não apresentem contraindicações para seu uso. Ela pode ser administrada através de gel, adesivos cutâneos ou injeções.
Antes de recorrer à terapia, é necessário que o paciente comprove a queda na taxa de hormônios, através de exames laboratoriais, com acompanhamento médico.
Entre as contra indicações para Terapia Hormonal Masculina está a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou de mama masculina. O acompanhamento médico durante o tratamento é primordial para a segurança do paciente.
Estilo de vida saudável, conquistado com uma dieta equilibrada, a prática de exercícios físicos de forma regular, uma boa qualidade do sono, não fumar e não engordar são ótima recomendações que podem retardar ou impedir o aparecimento da deficiência de testosterona e seus sintomas.
Quando bem indicada, e feita com acompanhamento médico, a reposição hormonal traz benefícios aos homens, como melhora da libido, perda de peso, aumento da massa muscular e da densidade óssea.
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Hormônios são substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas que atuam dentro da corrente sanguínea. O sangue transporta esses hormônios para atuarem em áreas específicas do organismo. Os hormônios são governados por atividades cerebrais e regulam o crescimento, o desenvolvimento, controlam as funções de muitos tecidos, auxiliam as funções reprodutivas e regulam o metabolismo. O termo “hormônio” tem origem grega e significa “pôr em movimento”.
Os hormônios sexuais iniciam sua secreção por volta dos 10 anos de idade. O declínio desses hormônios é inversamente proporcional ao envelhecimento, ou seja, quanto mais velho o indivíduo fica, menos hormônios sexuais ele vai produzir naturalmente. Esse processo pode chegar até o desaparecimento total da produção desses hormônios a exemplo dos homens, no caso da mulher, no período conhecido como menopausa, o corpo cessa a produção de tais hormônios. Além disso, durante a vida, as pessoas podem apresentar patologias congênitas ou adquiridas, disfunções ou desequilíbrios hormonais que necessitam de um tratamento específico.
A Medicina oferece tratamento para esses tipos de situações. O tratamento é conhecido como Terapia de Reposição Hormonal. Conheça aqui um pouco mais sobre esse tratamento clicando no próximo tópico da sessão.
Dr. Ilsimar Coutinho
O uso de anticoncepcionais por cinco anos pode dobrar as chances de câncer no cérebro em mulheres. De acordo com o estudo realizado por cientistas dinamarqueses, a contracepção hormonal aumentou a chance de a mulher desenvolver glioma cerebral, tipo raro de câncer. Para o levantamento, foram analisadas mais de 300 mulheres que sofreram com a doença.
Segundo informações do The Telegraph, pouco se sabe sobre as causas de glioma e outros tumores cerebrais. Mas há alguma evidência de que os hormônios sexuais femininos podem aumentar o risco de alguns tipos de câncer.
Os contraceptivos hormonais incluem contraceptivos orais, adesivos, injeções e implantes, contêm hormônios sexuais femininos e são amplamente utilizados por mulheres em todo o mundo.
O líder da equipe da pesquisa, David Gaist, do Hospital Universitário de Odense e Universityof Southern Denmark, informou que, apesar do aumento do risco, a chance de desenvolver a doença é extremamente baixa. Por ano, cinco em cada 100 mil pessoas desenvolvem glioma.
— Sentimos que nosso estudo é uma contribuição importante e esperamos que nossos achados irá estimular mais pesquisas sobre a relação entre agentes hormonais femininos e risco de glioma.
A pesquisa foi publicada no British JournalofClinicalPharmacol
FONTE: R7
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