{"id":1659,"date":"2015-06-26T17:44:50","date_gmt":"2015-06-26T17:44:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.dicasdodoutor.com\/?p=1059"},"modified":"2015-06-26T17:44:50","modified_gmt":"2015-06-26T17:44:50","slug":"hormonios-do-estresse-podem-ter-um-impacto-negativo-no-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/hormonios-do-estresse-podem-ter-um-impacto-negativo-no-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Horm\u00f4nios do estresse podem ter um impacto negativo no c\u00e2ncer de mama."},"content":{"rendered":"<p>Os resultados, publicados na revista \u201cOncogene\u201d, mostram que diversos horm\u00f4nios, que tamb\u00e9m foram produzidos pelo organismo e usados para tratar efeitos colaterais do tratamento antic\u00e2ncer, estimulam o crescimento de c\u00e9lulas tumorais resistentes \u00e0 terapia.<\/p>\n<p>Mulheres com c\u00e2ncer de mama positivo para receptor de estrog\u00eanio (RE) em geral mostram uma boa resposta a terapias com inibidores de aromatase ou bloqueadores hormonais. Mas um quarto dos pacientes desenvolve resist\u00eancia contra as medica\u00e7\u00f5es. Essas resist\u00eancias s\u00e3o causadas em parte por um subconjunto de c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, as c\u00e9lulas CK5. Estudos anteriores j\u00e1 mostraram que a progesterona pode estimular o crescimento dessas c\u00e9lulas. Mas sabendo que a maioria dos carcinomas de mama RE-positivos se desenvolvem com a interrup\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de progesterona, n\u00e3o havia at\u00e9 o momento maior preocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pesquisadores da Universidade Thomas Jefferson, na Filad\u00e9lfia (Pensilv\u00e2nia), acabam de testar se outros horm\u00f4nios neste grupo de 3-cetosteroides, produzidos com frequ\u00eancia pelo organismo em situa\u00e7\u00f5es de estresse, como glucocorticoides, podem influenciar este processo. Eles expuseram linhagens celulares de c\u00e2ncer de mama a quatro 3-cetosteroides diferentes e determinaram que a dexametasona e a aldosterona levaram a um aumento de quatro a sete vezes o n\u00famero de c\u00e9lulas CK5. Os resultados tamb\u00e9m foram confirmados no c\u00e2ncer de mama desenvolvido em camundongos, mostrando maior resist\u00eancia \u00e0 terapia em animais tratados com esses horm\u00f4nios.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o apenas esses esteroides s\u00e3o algumas vezes usados no tratamento do c\u00e2ncer, como tamb\u00e9m s\u00e3o produzidos naturalmente pelo organismo em resposta ao estresse\u201d, explicou o principal autor Chelain Goodman. Ao adicionar prolactina, foi evitada a expans\u00e3o das c\u00e9lulas CK5. No entanto, o horm\u00f4nio tamb\u00e9m pode levar a outros tipos de c\u00e2ncer de mama, portanto deve-se proceder com cuidado. Possibilidades alternativas inclu\u00edam uma prote\u00edna importante para a indu\u00e7\u00e3o de esteroides de c\u00e9lulas CK5, ou achar uma alternativa aos esteroides para tratar efeitos colaterais da quimioterapia, disse Goodman.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os resultados, publicados na revista \u201cOncogene\u201d, mostram que diversos horm\u00f4nios, que tamb\u00e9m foram produzidos pelo organismo e usados para tratar efeitos colaterais do tratamento antic\u00e2ncer, estimulam o crescimento de c\u00e9lulas tumorais resistentes \u00e0 terapia. Mulheres com c\u00e2ncer de mama positivo para receptor de estrog\u00eanio (RE) em geral mostram uma boa resposta a terapias com inibidores<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1062,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24,16,23],"tags":[],"class_list":["post-1659","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-dicas","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1659","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1659"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1659\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}