{"id":2169,"date":"2016-04-13T14:16:06","date_gmt":"2016-04-13T14:16:06","guid":{"rendered":"http:\/\/drlucaspenchel.com.br\/?p=2169"},"modified":"2016-04-13T14:16:06","modified_gmt":"2016-04-13T14:16:06","slug":"os-magros-e-seus-11-segredos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/os-magros-e-seus-11-segredos\/","title":{"rendered":"Os magros e seus 11 segredos"},"content":{"rendered":"<p>A epidemia da obesidade continua fora de controle. Segundo a Federa\u00e7\u00e3o Mundial de Obesidade (WOF, na sigla em ingl\u00eas), se 11,5% dos adultos estavam bem acima do peso em 2011, esse n\u00famero subiu para 13% em 2014. Nesse ritmo, 17% da popula\u00e7\u00e3o com mais de 18 anos estar\u00e1 assim daqui a dez anos.<br \/>\nMas e se a gente, em vez de focar nos deslizes dos gorduchos, olhasse para o comportamento de quem, no meio de tantas guloseimas, telinhas e telonas, sempre se mant\u00e9m em forma? Com esse racioc\u00ednio, Wansink criou no ano passado o Global Healthy Weight Registry (ou Registro Global do Peso Saud\u00e1vel), no qual pessoas que nunca brigaram com a balan\u00e7a respondem a v\u00e1rias quest\u00f5es sobre o pr\u00f3prio estilo de vida.<\/p>\n<p>Esse banco de dados ainda re\u00fane poucos volunt\u00e1rios &#8211; s\u00e3o 147. De qualquer jeito, os primeiros resultados do estudo, rec\u00e9m-divulgados, trazem revela\u00e7\u00f5es com potencial para superar o chamado ambiente obesog\u00eanico. Prepare-se para espiar a vida dos magros saud\u00e1veis!!<\/p>\n<p><strong>Dados da pesquisa:<\/strong><br \/>\n147 participantes<br \/>\n118 mulheres<br \/>\nAltura m\u00e9dia: 1,68 m<br \/>\nPeso m\u00e9dio: 61 kg<br \/>\n43% deles tinham 41 anos ou mais<br \/>\n33% tinham entre 26 e 40 anos<br \/>\n24% ficaram abaixo dos 25 anos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>SEGREDOS REVELADOS<\/strong><\/p>\n<p>1. Eles n\u00e3o pulam o caf\u00e9 da manh\u00e3<br \/>\nSair de casa sem comer nadinha? Essa definitivamente n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o para a maioria dos entrevistados no estudo &#8211; 96% relataram ter o h\u00e1bito de tomar caf\u00e9 da manh\u00e3. Mas o achado n\u00e3o chega a ser uma baita surpresa para os especialistas. Em uma an\u00e1lise recente da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, cientistas avaliaram 2 132 adultos e conclu\u00edram que pular o caf\u00e9 representou um almo\u00e7o com 202 calorias extras para os homens e 121 para as mulheres. Em um m\u00eas, isso representaria aproximadamente 4 800 calorias a mais.<\/p>\n<p>2. Adoram frango<br \/>\nA maior parte dos volunt\u00e1rios (61%) colocou o frango no topo da lista. Seu grande ponto positivo, especialmente se considerarmos a parte do peito sem pele, \u00e9 ter menos gordura saturada do que a carne bovina.<\/p>\n<p>3. Incluem salada no almo\u00e7o<br \/>\nA pesquisa diz que 35% dos entrevistados comem salada no almo\u00e7o todo dia. O que salta aos olhos \u00e9 regularidade: todo santo dia! H\u00e1 bons motivos para associar esse comportamento \u00e0 perda e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do peso. O corpo agradece quando alternamos verduras e legumes, j\u00e1 que cada um tem seus atributos. Uma boa \u00e9 se guiar pela cor. Se conseguir incluir tr\u00eas por\u00e7\u00f5es, com tons diferentes, est\u00e1 \u00f3timo.<\/p>\n<p>4. Lancham frutas e oleaginosas<br \/>\nOs magros da pesquisa n\u00e3o ficam horas e horas sem comer. E por que isso \u00e9 importante? Estudos apontam que a quebra do jejum aumenta o metabolismo basal em at\u00e9 15%. Isto \u00e9, voc\u00ea acaba queimando mais calorias. Sem contar que chega menos faminto \u00e0s refei\u00e7\u00f5es principais. \u00c9 \u00f3bvio que o tipo de lanche conta muito. N\u00e3o adianta comer uma coxinha e se entupir de refrigerante. Aposte em alimentos mais saud\u00e1veis, como frutas e oleaginosas, bastante citadas no levantamento americano. Agora, se o intervalo entre o almo\u00e7o e o jantar for bem longo, apenas uma ma\u00e7\u00e3 ou um punhado de am\u00eandoas provavelmente n\u00e3o ser\u00e3o suficientes para aplacar o apetite.<\/p>\n<p>5. Comem vegetais no jantar<br \/>\nApesar de essa refei\u00e7\u00e3o ser temida por quem come\u00e7a um regime, n\u00e3o h\u00e1 provas definitivas de que seja um empecilho para o emagrecimento. O crucial \u00e9 fazer escolhas balanceadas. A maior parte do pessoal recrutado para o trabalho americano n\u00e3o abre m\u00e3o de degustar vegetais \u00e0 noite. Eles t\u00eam fibras, que d\u00e3o saciedade, s\u00e3o cheios de antioxidantes e pouco cal\u00f3ricos.<\/p>\n<p>6. N\u00e3o abusam de refrigerantes<br \/>\nNa realidade, 35% deles passam longe desses produtos. Um comportamento aplaudido por quem entende do assunto. E o suco? Em doses moderadas, \u00e9 uma boa alternativa &#8211; desde que de verdade, ou seja, 100% fruta e zero aditivos. Evite os n\u00e9ctares e os refrescos, porque apenas uma parte \u00e9 polpa. E, assim como os refrigerantes, eles s\u00e3o muito doces.<\/p>\n<p>7. N\u00e3o deixam de tomar vinho, cerveja&#8230;<br \/>\nO dado de que s\u00f3 19% s\u00e3o abst\u00eamios corrobora um levantamento cl\u00e1ssico, com 161 mil mulheres, batizado de Women&#8217;s Health Initiative. Talvez isso tenha ocorrido porque as pessoas que bebem moderadamente ativam o sistema de recompensa do c\u00e9rebro e tendem a socializar. Assim, n\u00e3o descontariam tanto suas frustra\u00e7\u00f5es na comida. Mas a orienta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 entornar o copo.<\/p>\n<p>8. T\u00eam consci\u00eancia do que comem<br \/>\nSem neurose. \u00c9 apenas uma quest\u00e3o de n\u00e3o ligar o piloto autom\u00e1tico durante as refei\u00e7\u00f5es. Quando o indiv\u00edduo come prestando aten\u00e7\u00e3o nas garfadas, sente mais prazer e nota a saciedade chegando. Se est\u00e1 com a cabe\u00e7a em outro lugar, s\u00f3 vai parar quando estiver empanturrado.<\/p>\n<p>9. N\u00e3o fazem regime<br \/>\nMais de 70% do grupo analisado apostou em dietas ou medidas restritivas. E, antes que algu\u00e9m comece a se perguntar, isso n\u00e3o contradiz o t\u00f3pico anterior &#8211; uma coisa \u00e9 se concentrar na alimenta\u00e7\u00e3o, e outra bem distinta \u00e9 seguir um card\u00e1pio fechado e, portanto, limitante. Dito de outra maneira, esque\u00e7a os modismos e desconfie dos profissionais que veem protocolos r\u00edgidos como a \u00fanica sa\u00edda para emagrecer. Al\u00e9m de fracassarem no longo prazo pela monotonia e pelo radicalismo, essas estrat\u00e9gias bagun\u00e7am nossa rela\u00e7\u00e3o com a comida.<\/p>\n<p>10. Praticam exerc\u00edcio<br \/>\nS\u00f3 um em cada dez volunt\u00e1rios do estudo recha\u00e7ou o ac\u00famulo de gordura na barriga sem mexer o corpo. O restante do pessoal suou a camisa com regularidade para preservar a finura. E n\u00e3o pense que a pr\u00e1tica esportiva se limita a elevar o gasto de energia durante sua execu\u00e7\u00e3o. Uma musculatura desenvolvida queima calorias mesmo quando estamos em repouso. A atividade f\u00edsica tamb\u00e9m faz com que o organismo priorize um pouco mais a gordura entre as fontes de energia \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o e, de quebra, favorece a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade.<\/p>\n<p>11. Pesam-se com frequ\u00eancia<br \/>\nVia de regra, n\u00f3s somos p\u00e9ssimos para identificar mudan\u00e7as corporais &#8211; ou demoramos para perceber os quilos de sobra ou acreditamos piamente que aquele pneuzinho inflou, mesmo que nada tenha acontecido. Nesse contexto, subir na balan\u00e7a de vez em quando ajuda a acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o da forma f\u00edsica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A epidemia da obesidade continua fora de controle. Segundo a Federa\u00e7\u00e3o Mundial de Obesidade (WOF, na sigla em ingl\u00eas), se 11,5% dos adultos estavam bem acima do peso em 2011, esse n\u00famero subiu para 13% em 2014. Nesse ritmo, 17% da popula\u00e7\u00e3o com mais de 18 anos estar\u00e1 assim daqui a dez anos. 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