{"id":2816,"date":"2017-01-08T13:10:57","date_gmt":"2017-01-08T13:10:57","guid":{"rendered":"http:\/\/drlucaspenchel.com.br\/?p=2816"},"modified":"2017-01-08T13:10:57","modified_gmt":"2017-01-08T13:10:57","slug":"alzheimer-acompanhando-os-estudos-recentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/alzheimer-acompanhando-os-estudos-recentes\/","title":{"rendered":"Alzheimer \u2013 acompanhando os estudos recentes"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: justify;\">\u00c9 sabido que o a\u00e7\u00facar e os alimentos a\u00e7ucarados podem causar o diabetes por elevarem muito rapidamente o n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue.<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Numa s\u00e9rie de experimentos com camundongos, pesquisadores da Washington University of School Medicine, em recente estudo, observaram que altos n\u00edveis de glicose sangu\u00ednea aumentaram a quantidade de placas de prote\u00ednas amil<span class=\"text_exposed_show\">oide no c\u00e9rebro, uma caracter\u00edstica da doen\u00e7a de Alzheimer (DA). Essas placas s\u00e3o como ac\u00famulos anormais de prote\u00edna suspeitos de, gradualmente, destru\u00edrem as c\u00e9lulas cerebrais saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>Trabalhos feitos anteriormente sugeriam que pessoas com n\u00edveis elevados de glicose no sangue e pessoas com diabetes tipo 2 poderiam ter maior risco de sofrerem de Alzheimer com o passar dos anos, e o estudo da Washington University of School Medicine teve como objetivo verificar como isso poderia ocorrer. Fornecendo-se a camundongos uma solu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar ao longo de um n\u00famero de horas, observou-se um aumento da concentra\u00e7\u00e3o de amiloide no fluido que circunda as c\u00e9lulas cerebrais. Os efeitos foram mais percept\u00edvel nos camundongos mais velhos.<\/p>\n<p>Mas s\u00f3 se analisaram os de curto prazo. N\u00e3o se verificou, por exemplo, se n\u00edveis elevados de glicose afetam a forma\u00e7\u00e3o de placas no longo prazo ou quais sintomas eles poderiam acarretar \u00e0s pessoas. No entanto, as evid\u00eancias anteriormente publicadas apontam que a ado\u00e7\u00e3o de um estilo de vida saud\u00e1vel, juntamente com a redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facares, \u00e9 uma maneira de propiciar uma longevidade de boa qualidade a todos.<\/p>\n<p>Outro trabalho recente, proveniente da Universidade de Missouri e publicado no \u201cJournal of Alzheimer\u2019s Disease\u201d, descobriu que o ch\u00e1 verde pode retardar a doen\u00e7a de Alzheimer. Nesse estudo tamb\u00e9m foram utilizados camundongos. Observou-se que a progress\u00e3o da doen\u00e7a poderia ser diminu\u00edda ou interrompida com o uso do extrato de ch\u00e1 verde chamado ECGC administrado oralmente em \u00e1gua (50mg\/kg\/dia). \u201cEsses resultados, em conjunto com estudos epidemiol\u00f3gicos e cl\u00ednicos em seres humanos, sugerem que os polifenois, juntamente com exerc\u00edcios, podem ter efeitos ben\u00e9ficos sobre a sa\u00fade do c\u00e9rebro e retardar a progress\u00e3o da DA\u201d, conclu\u00edram os autores.<\/p>\n<p>Texto: Dr. Lucas Penchel e Stefani Rocha (Nutri\u00e7\u00e3o PUC Minas)<\/p>\n<p>Refer\u00eancia: revista \u201cPharma Essentia\u201d<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 sabido que o a\u00e7\u00facar e os alimentos a\u00e7ucarados podem causar o diabetes por elevarem muito rapidamente o n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue. 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