{"id":2991,"date":"2017-04-13T09:00:48","date_gmt":"2017-04-13T09:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/drlucaspenchel.com.br\/?p=2991"},"modified":"2017-04-13T09:00:48","modified_gmt":"2017-04-13T09:00:48","slug":"frutose-um-inimigo-para-a-obesidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/frutose-um-inimigo-para-a-obesidade\/","title":{"rendered":"Frutose, um inimigo para a obesidade!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">(Reuters Health) &#8211; Um estudo sugere que jovens obesos com doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa n\u00e3o alco\u00f3lica (DHGNA) e uma dieta rica em frutose podem ter maior risco de desenvolver les\u00e3o hep\u00e1tico cr\u00f4nica grave, uma condi\u00e7\u00e3o comum em adultos alco\u00f3latras.<\/p>\n<p>A DHGNA \u00e9 a doen\u00e7a hep\u00e1tica mais comum em crian\u00e7as ocidentais, observam os autores no Journal of Hepatology, em artigo publicado on-line em 14 de fevereiro<span class=\"text_exposed_show\">. Agora ela \u00e9 reconhecida como a &#8220;manifesta\u00e7\u00e3o&#8221; hep\u00e1tica da s\u00edndrome metab\u00f3lica, acrescentam eles.<\/p>\n<p>Os participantes envolvidos no estudo, foram submetidos a bi\u00f3psias hep\u00e1ticas para avaliar o ac\u00famulo de gordura. O consumo de frutose foi avaliado por question\u00e1rio de frequ\u00eancia alimentar, e foi medido o \u00e1cido \u00farico s\u00e9rico.<\/p>\n<p>O consumo de frutose tamb\u00e9m foi independentemente associado com hiperuricemia (OR de 2,02, IC de 95%: 1,66-2,78, p = 0,01). Os jovens com esteato-hepatite n\u00e3o-alco\u00f3lica (NASH) tinham maior consumo m\u00e9dio de frutose. A ingest\u00e3o mediana deles era de cerca de 70 gramas de frutose ao dia. O consumo mediano de frutose por crian\u00e7as e adolescentes sem esteato-hepatite n\u00e3o-alco\u00f3lica (NASH) foi de cerca de 53 gramas por dia.<\/p>\n<p>Uma limita\u00e7\u00e3o do estudo \u00e9 que ele confiou nas crian\u00e7as e adolescentes para recordar com precis\u00e3o e relatar o que comiam, observam os autores. O estudo tamb\u00e9m n\u00e3o analisou se havia uma diferen\u00e7a nos desfechos hep\u00e1ticos com base na quantidade de frutose que os participantes ingeriam de frutas in natura, sucos de frutas ou refrigerantes.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a no consumo de frutose entre os jovens com e sem esteato-hepatite n\u00e3o-alco\u00f3lica (NASH) no estudo estaria em um copo de ch\u00e1 ado\u00e7ado ou refrigerante, mas tamb\u00e9m na quantidade que uma crian\u00e7a pode ingerir de peras ou uvas, acrescentou o Dr. Schwimmer.<\/p>\n<p>Ele aconselha os pais a &#8220;limitarem os a\u00e7\u00facares adicionados enquanto novas pesquisas s\u00e3o feitas para entender melhor&#8221; como a frutose afeta o f\u00edgado.<\/p>\n<p>FONTE: <a href=\"https:\/\/l.facebook.com\/l.php?u=http%3A%2F%2Fbit.ly%2F2lj2zPt&amp;h=ATPXo4KndgoMEe6pehcVF3nRgtuYFiQiXZY4TZMgF1x_l7yjC9r5vrpN_ADF2ouT5lbOiMTm7-jGCwJG5d0PdduLxn6-QAoC4qxBrRZNpgCmgyoE8sl2J600uxwXZ7Re2QFgOA&amp;enc=AZMGGRfkTsfVCo45uKpiYaoc9qyQ8bx9jWAOoCwCJ3mVPajJgWUxI6UpIsIzpNcteUNTPjBS6aQxuzcSRxtu151rxs2GSvb-ooBwDA3-iCk9PIFZcMQRrL1amlp0FZF9_ZDakAzCmRTIY9Cl2SBf9Cbm&amp;s=1\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">http:\/\/bit.ly\/2lj2zPt<\/a><\/p>\n<p>J Hepatol 2017.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Reuters Health) &#8211; Um estudo sugere que jovens obesos com doen\u00e7a hep\u00e1tica gordurosa n\u00e3o alco\u00f3lica (DHGNA) e uma dieta rica em frutose podem ter maior risco de desenvolver les\u00e3o hep\u00e1tico cr\u00f4nica grave, uma condi\u00e7\u00e3o comum em adultos alco\u00f3latras. 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