{"id":3699,"date":"2018-01-30T16:08:58","date_gmt":"2018-01-30T16:08:58","guid":{"rendered":"http:\/\/drlucaspenchel.com.br\/?p=3699"},"modified":"2018-01-30T16:08:58","modified_gmt":"2018-01-30T16:08:58","slug":"a-bebida-alcoolica-e-a-agressividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicapenchel.com.br\/site\/a-bebida-alcoolica-e-a-agressividade\/","title":{"rendered":"A bebida alco\u00f3lica e a agressividade"},"content":{"rendered":"<div id=\"id_5a7097f9ba50a3822509308\" class=\"text_exposed_root text_exposed\" style=\"text-align: justify;\">Um recente estudo publicado pela Health Wle NHS Trust, Cardiff, Reino Unido, buscou compreender a rela\u00e7\u00e3o entre os diferentes tipos de \u00e1lcool e a emo\u00e7\u00e3o e o comportamento agressivo. A pesquisa avaliou o consumo de \u00e1lcool e drogas entre quase 30 mil pessoas com idade superior a 16 anos. Foram relatados, de acordo com os pr\u00f3prios entrevistados, tanto sentimentos<span class=\"text_exposed_show\">\u00a0positivos (energia, relaxamento, autoconfian\u00e7a e sensualidade), quanto negativos (cansa\u00e7o, agressividade, mal-estar, inquietude e vontade de chorar).<\/p>\n<p>A an\u00e1lise mostrou que os indiv\u00edduos que consumiram mais destilados tiveram mais probabilidade de altera\u00e7\u00e3o comportamental do que o que consumiram mais cerveja e vinho. Mais da metade associou este consumo \u00e0 autoconfian\u00e7a (59,1%), energia (58,4%) e ao fato de se sentirem sexy (42,4%). Em contrapartida, os mesmos consumidores de destilados relataram maior probabilidade de sentimentos negativos, como sentir-se mal (47,8%). Destaca-se que, quase um ter\u00e7o dos entrevistados associaram os destilados \u00e0 agressividade (29,8%), n\u00famero significativamente maior do que em outras categorias de bebidas (P &lt; 0,001).<\/p>\n<p>Os resultados tamb\u00e9m mostraram que os indiv\u00edduos que s\u00e3o dependentes de \u00e1lcool associam emo\u00e7\u00f5es ao \u00e1lcool com maior frequ\u00eancia. Atualmente \u00e9 percept\u00edvel o aumento gradual da ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas por jovens, sempre justificados por eventos importantes ou situa\u00e7\u00f5es cotidianas como o estresse ou a comemora\u00e7\u00e3o, por exemplo. O que a maioria n\u00e3o sabe \u00e9 que um consumo superior a 7 drinks por semana para mulheres ou mais de 14 drinks por semana para homens \u00e9 classificado como etilismo pesado e que, por este motivo, precisamos instruir as pessoas a buscar prazer, autoconfian\u00e7a, autoestima e energia em outras fontes. Inclusive, o aumento consider\u00e1vel de indiv\u00edduos depressivos tende a aumentar, tamb\u00e9m, o alcoolismo. Mais sa\u00fade, mais atividade f\u00edsica &#8211; principalmente ao ar livre &#8211; mais f\u00e9, mais ora\u00e7\u00e3o, mais sono de qualidade, mais controle do estresse e menos carboidrato refinado e a\u00e7\u00facar. Por uma vida saud\u00e1vel, equilibrada e de qualidade.<\/p>\n<p>Texto: Dr. Lucas Penchel<\/span><\/div>\n<div id=\"fbPhotoSnowliftCTMButton\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div id=\"fbPhotoSnowliftProductsTagList\" class=\"pts fbPhotoProductsTagList\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div id=\"fbPhotoSnowliftProductTags\" class=\"fbPhotoProductTags\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um recente estudo publicado pela Health Wle NHS Trust, Cardiff, Reino Unido, buscou compreender a rela\u00e7\u00e3o entre os diferentes tipos de \u00e1lcool e a emo\u00e7\u00e3o e o comportamento agressivo. A pesquisa avaliou o consumo de \u00e1lcool e drogas entre quase 30 mil pessoas com idade superior a 16 anos. 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